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Notícias UN Global Compact

COP 25 | UN Climate Change Conference

Fonte: twitter.com/antonioguterres

António Guterres, Secretário-geral das Nações Unidas, na Cerimónia de Abertura da COP 25, em Madrid, apela à determinação de todos no combate à emergência climática.

Leia o discurso completo aqui.

03-11-2019

ONU | Líderes empresariais chamados a combater alterações climáticas

 

Pelos melhores e pelos piores motivos, as alterações climáticas são um dos grandes temas da atualidade. E se é certo que o planeta está a enfrentar desafios sem precedentes, também é completamente claro que nunca tivemos tantos meios, tanto conhecimento e tantas ferramentas para lidar com as consequências – para as pessoas, para a economia e para o ambiente – do aquecimento global.

De acordo com o mais recente estudo do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), é necessário travar o sobreaquecimento global, evitando que este seja superior a 1.5ºC. Promover a utilização de fontes mais limpas e diminuir a emissão de gases com efeito de estufa são duas ações fundamentais para que esta meta seja alcançada.
 
Lançando uma campanha subscrita pelos principais dirigentes de alguns dos seus organismos, a Organização das Nações Unidas apela aos líderes empresariais para que estes tomem medidas urgentes que ajudem a combater as alterações climáticas e a evitar o sobreaquecimento global. O empenho das empresas é fundamental, sendo claro o impacte que estas têm na sociedade e no ambiente.
 
Neste sentido, e dirigindo-se à comunidade empresarial, António Guterres desafia os “líderes visionários” a estarem presentes no UN Climate Action Summit 2019, que se vai realizar no dia 23 de setembro deste ano, incentivando-os a apresentarem planos concretos e realistas que ajudem a reduzir para 45%, em 2020, e a eliminar totalmente, em 2050, a emissão de gases com efeito de estufa.
 
Para que sejam efetivos e credíveis, os planos apresentados não podem procurar apenas o corte das emissões de CO2 e outros gases poluentes. Os mesmos devem estimular uma verdadeira transformação da economia que, estando em linha com a Agenda 2030 e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, combata os impactes negativos das alterações climáticas mas também procure criar novas e justas oportunidades de negócio para as empresas, incluindo as mulheres na tomada de decisão das organizações e na definição do rumo da sociedade.
 
É necessário apostar na inovação tecnológica e na eficiência energética e é fundamental pôr fim aos subsídios e aos apoios à utilização de combustíveis fósseis e poluentes, substituindo-os pelo apoio à utilização de energias renováveis e acessíveis, ou seja, que não prejudiquem o ambiente nem afetem negativamente o poder de compra e a qualidade de vida dos cidadãos.
 
Esta pode ser uma viagem longa mas a humanidade está preparada para a fazer. E o primeiro passo deve ser dado pelos líderes empresariais. 
 
 
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27-08-2019
 
 

Oceanos: um mundo de oportunidades para os ODS

 

 
 
 
 

O estudo “Global Goals, Ocean Opportunities”, produzido pelo United Nations Global Compact, revela que o setor privado é fundamental para garantir a saúde, a produtividade e a boa governação dos oceanos, sublinhando que estes podem ser a chave para cumprir a Agenda 2030 e alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Indicadores para Portugal – Agenda 2030

 

 

O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou a segunda e mais recente edição do documento “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Indicadores para Portugal – Agenda 2030”. Estes indicadores decorrem do quadro global adotado pelas Nações Unidas e permitem acompanhar e analisar os progressos alcançados a nível nacional, desde 2010.

Cada ODS dispõe de um conjunto de indicadores e Portugal dispõe de informação disponível para 125 dos 244 indicadores globais.
Em termos gerais, o País apresenta uma evolução positiva em 74 indicadores desde 2010 (mais 12 do que há um ano).
Portugal regista uma performance especialmente positiva em matéria de alcance dos ODS 1 (Erradicação da Pobreza), 5 (Igualdade de Género), 6 (Água Potável e Saneamento), 7 (Energias Renováveis e Acessíveis), 13 (Ação Climática), 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e 17 (Parcerias para a Implementação dos Objetivos), tendo em conta que mais de 80% dos seus indicadores atingiram os resultados desejados.
Porém, e devido a alguns retrocessos, deve ser dada uma maior atenção aos ODS 8 (Trabalho Digno e Crescimento Económico), 9 (Indústria, Inovação e Infraestruturas), 10 (Redução das Desigualdades), 14 (Proteção da Vida Marinha) e 15 (Proteção da Vida Terrestre).


Veja aqui o documento na íntegra.

 

 

Agenda 2030: o futuro passa por aqui

 

Martim Borges de Freitas, Secretário-geral da Confederação dos Serviços de Portugal e Vice-presidente da Aliança ODS Portugal, em destaque na Store Magazine.

"Em Portugal, esta agenda foi abraçada pela Aliança ODS Portugal, uma originalidade portuguesa no quadro mundial. Por iniciativa da rede nacional do UN Global Compact, a entidade da ONU com mandato da Assembleia Geral para promover o envolvimento das empresas nos objetivos das Nações Unidas, nomeadamente da Agenda 2030, a partir do conjunto dos Dez Princípios estabelecidos no tempo de Kofi Annan, foi criada, em 20 de janeiro de 2016, a Aliança ODS Portugal."

Leia a notícia na integra aqui.